Ao número recorde de candidatos acresce a maior disputa de sempre, em campanha marcada por polémica, diversidade de perfis e incerteza sobre o desfecho da primeira volta
No próximo domingo, os portugueses são chamados às urnas para eleger o novo Presidente da República.
Estas eleições decorrem numa fase em que o país vive um cenário político marcado por fragmentação partidária e debates intensos sobre o papel do Estado, o futuro económico e social, e o lugar de Portugal na União Europeia.
O atual Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, que cumpre o seu segundo e último mandato, não pode recandidatar-se por força da Constituição, que limita a dois mandatos consecutivos os ocupantes do cargo.
Com um número recorde de candidatos — mais do que em qualquer eleição presidencial anterior — este sufrágio promete ser um dos mais competitivos e imprevisíveis da história recente da democracia portuguesa. Entre os nomes que surgem na corrida estão figuras de diferentes quadrantes políticos e sociais, desde líderes de partidos, ex-políticos, independentes e personalidades civis.
A lei eleitoral prevê que, para ser eleito já na primeira volta, um candidato deve obter maioria absoluta dos votos válidos. Não sendo isso alcançado, realiza-se uma segunda volta entre os dois mais votados, prevista para 8 de fevereiro.
Do ponto de vista institucional,...
Leia o artigo completo na edição n.º 9411 de Soberania do Povo e conheça todos os candidatos à Presidência da República

