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ATRIAG: Pioneira no tratamento de resíduos industriais, que há 30 anos corriam a céu aberto
“Ao comemorar 30 anos, a ATRIAG reafirma o seu compromisso com a sustentabilidade, a inovação e o apoio ao tecido empresarial da região”, sublinha a direção da Associação para o Tratamento de Resíduos Industriais de Águeda, que completa esta quinta-feira 30 anos sobre a sua fundação. “Mais do que uma estação de tratamento, é hoje um exemplo de cooperação entre entidades públicas e privadas, demonstrando que o desenvolvimento industrial pode – e deve – caminhar lado a lado com a proteção do ambiente e a qualidade de vida das populações”.

Águeda prepara-se para celebrar os 30 anos da Associação Para Tratamento de Resíduos Industriais de Águeda (ATRIAG), numa cerimónia marcada para a noite desta quinta-feira, 26 de fevereiro, que reunirá associados, parceiros e autoridades locais.
A ocasião pretende prestar tributo à história de uma instituição que foi determinante para modernizar a gestão de resíduos industriais no concelho e reduzir impactos ambientais significativos.
Criada numa época em que os líquidos industriais circulavam a céu aberto e contaminavam solos e cursos de água, a ATRIAG surgiu como resposta à necessidade urgente de tratamento adequado de resíduos, numa altura em que Portugal ainda revelava atraso face a congéneres europeus.

AO SERVIÇO DO AMBIENTE, DA INDÚSTRIA E DA COMUNIDADE

Ao longo destas três décadas, a associação contribuiu para que o concelho de Águeda se afirmasse como exemplo de responsabilidade ambiental e inovação na indústria.
A génese da ATRIAG remonta ao final da década de 80, quando foi identificado um grave problema ambiental no concelho de Águeda, resultante da descarga de efluentes industriais com elevado grau de toxicidade, provenientes sobretudo do sector dos tratamentos de superfície.
O primeiro levantamento, realizado em 1987/1988, concluiu que era urgente intervir para evitar a contaminação dos solos e da Ria de Aveiro.

Leia o artigo completo na edição n.º 9417 de Soberania do Povo, impressa ou digital
Dirigentes dos Bombeiros de Águeda perpetuam Jorge Almeida no salão nobre
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Águeda quis perpetuar a imagem do presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, no salão nobre da instituição.

Nesse sentido, procedeu à colocação de um quadro que assinala o momento em que o edil de Águeda recebeu uma distinção da Liga dos Bombeiros Portugueses, entregue durante as comemorações do aniversário da corporação, em dezembro passado.
O presidente da direção, Manuel São Bento, em final de mandato, explicou tratar-se de um “gesto de reconhecimento pelo apoio contínuo do autarca à instituição e, sobretudo, à população de Águeda”. O dirigente sublinhou que Jorge Almeida “sempre demonstrou preocupação com a segurança e o bem-estar dos aguedenses, através do reforço das condições de trabalho dos bombeiros”, considerando justa a sua homenagem e a colocação da fotografia para memória futura.

Leia o artigo completo na edição n.º 9417 de Soberania do Povo, impressa ou digital
O DILEMA PORTUGUÊS - FISCALIDADE ELEVADA E ESTADO INEFICIÊNTE
Portugal habituou-se a viver com uma das cargas fiscais mais elevadas da Europa. Empresas e famílias suportam um peso significativo em impostos diretos e indiretos, contribuições e taxas que, ano após ano, esmagam o rendimento disponível e a capacidade de investimento. O problema não é apenas pagar muito. É pagar muito e sentir que o retorno é insuficiente.
Para as empresas, sobretudo PMEs, a carga fiscal representa um travão estrutural à competitividade. Mais impostos significa menos investimento, menos inovação, menor capacidade de atrair e reter talento. Num mercado global, onde o capital e as pessoas se movem com facilidade, Portugal arrisca perder oportunidades por insistir num modelo fiscal pesado e inimigo do crescimento.
Para as famílias, o impacto é igualmente evidente. Entre IRS, IVA e contribuições, o rendimento líquido encolhe. Quando a qualidade dos serviços públicos — saúde, justiça, transportes, educação — não acompanha esse esforço, instala-se a frustração. E a frustração corrói a confiança, um dos pilares mais importantes de qualquer economia e sociedade.
O debate não deve ser simplista. O Estado tem funções essenciais e precisa de recursos para as executar. Mas precisa também de eficiência, rigor e responsabilização. Um Estado pesado, burocrático e lento não se resolve com mais receita; resolve-se com melhor gestão, avaliação de políticas públicas e foco nos resultados.
Reduzir a carga fiscal sem reformar o Estado pode ser imprudente. Mas manter uma carga elevada sem reformar o Estado é insustentável. Portugal precisa de um pacto de competitividade: menos complexidade fiscal, maior previsibilidade e uma administração pública mais ágil, digital e orientada para o cidadão e para as empresas.
A competitividade não se constrói apenas com incentivos pontuais. Constrói-se com confiança. E essa confiança depende de um equilíbrio justo entre o que se paga e o que se recebe. Sem esse equilíbrio, continuaremos a penalizar quem produz, investe e trabalha — precisamente aqueles de quem depende o crescimento do país.
Meia centena em excursão para ver Marcos em Carmen
No dia 7 de março, cerca de meia centena de barroenses vão de excursão de Barrô até Lisboa, marcando presença no Teatro Politeama para assistir à sessão da tarde de “Carmen Miranda – O Musical”.

A saída está programada para as 8 horas e a chegada cerca da meia noite desse sábado, sendo que a sessão no Politeama inicia-se às 17 horas para um espetáculo que termina cerca das 19h45.
Será, certamente, uma oportunidade única para os participantes apreciarem um espetáculo de grande qualidade e, ao mesmo tempo, para verem em palco um filho da terra: o ator Marcos Marques, natural de Barrô, que brilha na produção com uma presença marcante e cativante.
Tal como os que já tiveram oportunidade de assistir, esta será uma experiência que combina diversão, emoção e reflexão sobre talento, dedicação e a história de Carmen Miranda, uma das mais icónicas artistas do século XX, nascida em Marco de Canaveses.


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Meia centena em excursão para ver Marcos em Carmen
No dia 7 de março, cerca de meia centena de barroenses vão de excursão de Barrô até Lisboa, marcando presença no Teatro Politeama para assistir à sessão da tarde de “Carmen Miranda – O Musical”.

A saída está programada para as 8 horas e a chegada cerca da meia noite desse sábado, sendo que a sessão no Politeama inicia-se às 17 horas para um espetáculo que termina cerca das 19h45.
Será, certamente, uma oportunidade única para os participantes apreciarem um espetáculo de grande qualidade e, ao mesmo tempo, para verem em palco um filho da terra: o ator Marcos Marques, natural de Barrô, que brilha na produção com uma presença marcante e cativante.
Tal como os que já tiveram oportunidade de assistir, esta será uma experiência que combina diversão, emoção e reflexão sobre talento, dedicação e a história de Carmen Miranda, uma das mais icónicas artistas do século XX, nascida em Marco de Canaveses.


Lenha e resíduos florestais entopem Rio Marnel e fizeram água galgar margens
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A forte precipitação registada nas últimas semanas provocou o arrastamento de grandes quantidades de lenha e resíduos florestais pelo leito do Rio Marnel, com consequências mais evidentes na freguesia de Valongo do Vouga, levando a que, em vários momentos, a água deixasse de correr no leito normal e passasse a espalhar-se pelos campos adjacentes.

Habitantes da freguesia queixam-se de que, após trabalhos florestais, “fica muita madeira caída que não é retirada”, sobretudo ramos finos ou material queimado, que acaba por ser arrastado em períodos de chuva intensa. Num contexto de precipitação anormalmente elevada, o problema tornou-se mais visível e com maior impacto.
O assunto já foi abordado na penúltima reunião do executivo municipal e, na altura, denunciado mesmo pelo presidente da Câmara, Jorge Almeida.
Questionado por Soberania do Povo, o presidente da Junta de Freguesia de Valongo do Vouga, Filipe Falcão, enquadra a situação em vários níveis de responsabilidade. “O primeiro básico é a manutenção dos próprios proprietários. As pessoas esquecem-se que têm a obrigação de limpar as margens dos rios”, afirma o autarca que ocupa o cargo há nove anos, referindo que, no caso do Marnel, a responsabilidade inicial cabe aos donos dos terrenos confinantes.

LENHA NÃO FOI RETIRADA PELOS OPERADORES

Filipe Falcão sublinhou a SP que o volume de precipitação foi “anormal”, criando “um caudal completamente anormal no próprio rio”. Ainda assim, admite que grande parte da madeira transportada “não foi retirada pelos próprios operadores, ou porque era fina, ou porque já estava queimada e não a aproveitaram”.
Segundo descreve, a ponte junto aos armazéns da Junta ficou “completamente obstruída de madeira”, obrigando a intervenção com maquinaria pesada. “O rio deixou de vir no leito e passou a vir pelos campos fora”, relata, acrescentando que, numa das ocorrências, foi necessário agir de imediato para evitar que a água atingisse viaturas e infraestruturas. Mesas fixas do Parque da Garganta foram arrastadas pela força da enxurrada e do fluxo de troncos.
A Junta de Freguesia recorreu a uma giratória para desobstruir a ponte e remover a madeira acumulada. Parte do material está a ser encaminhada para posterior corte e venda em lotes, como acontece anualmente com árvores podadas ou troncos arrastados pelo rio. A madeira mais fina deverá ser triturada, implicando custos adicionais para a autarquia.

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Vereadora do PS alerta para falta de limpeza em linhas de água
A vereadora Daniela Herculano (PS) chamou a atenção para problemas na ribeira que passa junto ao Paço, em Valongo do Vouga, alertando para a falta de limpeza e manutenção, que considera estar na origem de situações de risco em períodos de chuva intensa.

Durante a reunião do executivo municipal de quinta-feira, a vereadora referiu que o aqueduto existente no acesso ao Paço se encontra entupido, provocando o desvio da água para terrenos adjacentes, até esta voltar ao leito normal mais à frente. Defendeu, por isso, a necessidade de uma intervenção de limpeza urgente.
Daniela Herculano alargou ainda as preocupações a outras linhas de água na freguesia, incluindo o rio Manel, questionando se existe um plano regular de manutenção.
Sociedade
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ATRIAG: Pioneira no tratamento de resíduos industriais, que há 30 anos corriam a céu aberto
“Ao comemorar 30 anos, a ATRIAG reafirma o seu compromisso com a sustentabilidade, a inovação e o apoio ao tecido empresarial da região”, sublinha a direção da Associação para o Tratamento de Resíduos Industriais de Águeda, que completa esta quinta-feira 30 anos sobre a sua fundação. “Mais do que uma estação de tratamento, é hoje um exemplo de cooperação entre entidades públicas e privadas, demonstrando que o desenvolvimento industrial pode – e deve – caminhar lado a lado com a proteção do ambiente e a qualidade de vida das populações”.

Águeda prepara-se para celebrar os 30 anos da Associação Para Tratamento de Resíduos Industriais de Águeda (ATRIAG), numa cerimónia marcada para a noite desta quinta-feira, 26 de fevereiro, que reunirá associados, parceiros e autoridades locais.
A ocasião pretende prestar tributo à história de uma instituição que foi determinante para modernizar a gestão de resíduos industriais no concelho e reduzir impactos ambientais significativos.
Criada numa época em que os líquidos industriais circulavam a céu aberto e contaminavam solos e cursos de água, a ATRIAG surgiu como resposta à necessidade urgente de tratamento adequado de resíduos, numa altura em que Portugal ainda revelava atraso face a congéneres europeus.

AO SERVIÇO DO AMBIENTE, DA INDÚSTRIA E DA COMUNIDADE

Ao longo destas três décadas, a associação contribuiu para que o concelho de Águeda se afirmasse como exemplo de responsabilidade ambiental e inovação na indústria.
A génese da ATRIAG remonta ao final da década de 80, quando foi identificado um grave problema ambiental no concelho de Águeda, resultante da descarga de efluentes industriais com elevado grau de toxicidade, provenientes sobretudo do sector dos tratamentos de superfície.
O primeiro levantamento, realizado em 1987/1988, concluiu que era urgente intervir para evitar a contaminação dos solos e da Ria de Aveiro.

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Dirigentes dos Bombeiros de Águeda perpetuam Jorge Almeida no salão nobre
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Águeda quis perpetuar a imagem do presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, no salão nobre da instituição.

Nesse sentido, procedeu à colocação de um quadro que assinala o momento em que o edil de Águeda recebeu uma distinção da Liga dos Bombeiros Portugueses, entregue durante as comemorações do aniversário da corporação, em dezembro passado.
O presidente da direção, Manuel São Bento, em final de mandato, explicou tratar-se de um “gesto de reconhecimento pelo apoio contínuo do autarca à instituição e, sobretudo, à população de Águeda”. O dirigente sublinhou que Jorge Almeida “sempre demonstrou preocupação com a segurança e o bem-estar dos aguedenses, através do reforço das condições de trabalho dos bombeiros”, considerando justa a sua homenagem e a colocação da fotografia para memória futura.

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Cheias, entulho e inação ameaçam derrubar o que resta da Ponte Velha de Vouga
As chuvas persistentes dos últimos meses e o consequente aumento do caudal do Rio Vouga voltaram a colocar a Ponte Velha de Vouga no centro das preocupações locais. O acréscimo do volume e da velocidade da água intensifica o arrastamento de troncos, ramos e outros detritos que acabam por se acumular junto aos pilares da estrutura. Esse entulho cria um efeito de barreira, aumentando a pressão hidráulica sobre os apoios remanescentes, potenciando fenómenos de erosão na base e agravando a instabilidade estrutural. Numa ponte já fragilizada pelo colapso parcial de 2011, cada inverno rigoroso representa um risco acrescido: a possibilidade real de novo desmoronamento de pilares, com perda irreversível de património histórico.

A Ponte Velha de Vouga, com origens medievais e sucessivas campanhas de ampliação ao longo dos séculos, foi durante muito tempo uma infraestrutura estratégica na antiga ligação entre Lisboa e Porto.
A sua relevância ultrapassa a dimensão local: é testemunho de técnicas construtivas antigas e da evolução das vias de comunicação no território.
Contudo, em maio de 2011, perante sinais evidentes de degradação, a ponte foi encerrada ao trânsito automóvel. Meses depois, em novembro do mesmo ano, deu-se o colapso de um dos pilares centrais e de parte do tabuleiro, marcando um ponto de viragem no debate público sobre o seu futuro.

ESTABILIZAR ESTRUTURA, DISCUSSÃO POLÍTICA E MOBILIZAÇÃO CÍVICA

Desde então, o processo tem sido marcado por três linhas principais: a preocupação técnica com a estabilização da estrutura, a discussão política sobre responsabilidades e financiamento, e a mobilização cívica em defesa da classificação e reabilitação do monumento.
No plano técnico, especialistas e académicos, entre os quais o professor Luís Seabra Lopes, da Universidade de Aveiro, têm alertado reiteradamente para os riscos associados à inação.
A acumulação de detritos junto aos pilares — fenómeno que se agrava em períodos de cheia — aumenta a pressão lateral e favorece a erosão do leito do rio (escavação), podendo comprometer as fundações.
A defesa de intervenções imediatas de limpeza e estabilização preventiva tem sido uma constante. Para estes defensores, mesmo antes de uma reabilitação integral, seria essencial implementar medidas de mitigação de risco que travem o avanço da degradação.
No plano político local, a Câmara Municipal de Águeda afirma...

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Primeiro-Ministro em Águeda para conhecer sistema de prevenção de cheias

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, esteve na tarde de sexta-feira em Águeda para observar o sistema de drenagem e proteção contra as cheias implementado na margem direita do rio Águeda.


A visita começou nos Paços do Concelho, com uma reunião de trabalho que contou com os membros do executivo eleitos pelo PSD/MPT municipais, onde foram analisadas as medidas preventivas em vigor e a capacidade de resposta a episódios meteorológicos adversos. O Município apresentou ainda um vídeo sobre o projeto Life Águeda e as intervenções realizadas nos rios, com recurso a técnicas naturais.

Leia o artigo completo na edição n.º 9415 de Soberania do Povo, impressa ou digital
Finanças mudam-se para o Mercado Municipal
Os serviços da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) de Águeda vão passar a funcionar no primeiro piso do Mercado Municipal. A mudança foi aprovada recentemente pelo executivo municipal e ocorrerá assim que a infraestrutura possa acomodar os serviços.


O contrato de arrendamento prevê uma renda anual para o Município de 12.960 euros. No âmbito deste acordo, a Câmara de Águeda mantém negociações com a AT para ficar da posse do espaço onde atualmente funcionam as Finanças.
A decisão, agora ratificada de forma unânime pelo executivo municipal, surge na sequência do pedido da AT, cujo atual espaço, localizado no centro da cidade (avenida Eugénio Ribeiro), não reune condições adequadas para o atendimento ao público. Sao identificados problemas de acessibilidade, congestionamento e escassez de estacionamento.

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Centro passa a ter interdição permanente a trânsito pesado
O trânsito de veículos pesados vai ficar permanentemente interdito em grande parte do centro urbano de Águeda, na sequência de uma decisão do executivo municipal tomada na reunião desta quinta-feira. A proposta foi aprovada por maioria, com cinco votos favoráveis do PSD/MPT e dois votos contra do PS.

A interdição aplica-se a veículos de mercadorias com peso bruto superior a 3,5 toneladas, mantendo-se exceções para transportes públicos, veículos de emergência, proteção civil e viaturas de recolha de resíduos urbanos, bem como outros casos excecionais mediante autorização municipal.
Segundo a proposta aprovada, a circulação de veículos pesados no centro da cidade é considerada incompatível com a sua função urbana, comercial e pedonal, estando associada a riscos acrescidos para a segurança rodoviária, aumento do ruído, degradação da infraestrutura viária e perda de qualidade de vida para residentes e utilizadores do espaço público.
A medida será implementada através de sinalização vertical de interdição condicionada, recorrendo ao sinal C3b, e abrange vários arruamentos centrais, distribuídos por três zonas, incluindo a Rua Armando Castela, Avenida Arcebispo Primaz, Rua Dr. Eduardo Caldeira, Avenida Dr. Joaquim de Mello, Largo 1.º de Maio, Rua Vasco da Gama, Rua Eng.º Carlos Rodrigues, Rua de S. Pedro e Rua Manuel de Sousa Carneiro, entre outros.

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Educação
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Dia aberto para alunos do ensino secundário a 11 de março na ESTGA-UA

A Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA-UA), da Universidade de Aveiro (UA), promove no dia 11 de março mais uma edição do dia aberto, iniciativa dirigida a alunos do 11.º e 12.º anos do ensino secundário, com o objetivo de dar a conhecer a oferta formativa, as instalações e a vivência académica da instituição.

O dia aberto terá um “programa diversificado” que pretende proporcionar aos estudantes uma “experiência próxima da realidade do ensino superior, apoiando-os na tomada de decisões informadas sobre o seu futuro académico e profissional”.
O programa inclui apresentações da Universidade de Aveiro, da ESTGA-UA e da cidade de Águeda, bem como informação sobre a oferta formativa, programas de mobilidade internacional, nomeadamente o Erasmus, e apoios sociais disponíveis para os estudantes. Estão igualmente previstas visitas guiadas às instalações, oficinas e laboratórios da escola.
Ao longo do dia, os participantes poderão conhecer os diferentes cursos através de apresentações realizadas pelos diretores de curso. Um dos pontos centrais será ...

Leia o artigo completo na edição n.º 9413 de Soberania do Povo, impressa ou digital
“Prendas Felizes” leva solidariedade a famílias do Agrupamento de Escolas Águeda Sul

Projeto solidário apoiou 65 famílias em várias freguesias do concelho e envolve alunos, professores e associações locais. E o projeto Anormundo tem contribuído para o crescimento pessoal dos alunos



O projeto “Prendas Felizes”, promovido pelo Agrupamento de Escolas Águeda Sul (AEAS), voltou a mobilizar a comunidade educativa e várias instituições locais numa ação solidária de apoio a famílias em situação de maior vulnerabilidade social.
Integrada no projeto “Amormundo – Anormais pelo mundo”, uma iniciativa com mais de 20 anos de história, esta dinâmica solidária é desenvolvida pelos professores de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) do AEAS, envolvendo alunos carinhosamente apelidados de “Anormais”, no sentido positivo do termo, por “fugirem à norma” e se destacarem pelo espírito de entreajuda e cidadania ativa.
No ano passado, apesar das dificuldades sentidas, a iniciativa conseguiu apoiar diretamente 65 famílias de várias localidades do concelho de Águeda, nomeadamente Barrô, Travassô, Óis da Ribeira, Águeda, Aguada de Cima, Aguada de Baixo e Fermentelos.

CABAZES ALIMENTARES NA CARRINHA DOS SORRISOS

As chamadas “prendas felizes” assumem a forma de cabazes de Natal, compostos por bens alimentares essenciais, brinquedos e roupa, permitindo responder a necessidades básicas e, simultaneamente, levar algum conforto às crianças e respetivas famílias. Grande parte destes cabazes resulta de uma colaboração regular com o Lions Clube de Águeda, parceria que se mantém há quatro anos.

Leia o artigo completo na edição n.º 9410 de Soberania do Povo 

Paulo Sucena despede-se do Conselho Nacional de Educação

O conselheiro Paulo Sucena participou esta semana na sua última sessão plenária do Conselho Nacional de Educação (CNE), encerrando um percurso de cerca de 31 anos ao serviço do órgão consultivo e das políticas públicas de educação.


Designado pela Federação Nacional dos Professores (FENPROF), o Aguedense Paulo Sucena recebeu palavras de reconhecimento do presidente do CNE, Domingos Fernandes, que destacou a “qualidade, pertinência e oportunidade” das suas intervenções, tanto em plenário como nas comissões especializadas permanentes.
O presidente sublinhou ainda a vasta experiência, conhecimento e cultura humanista de Paulo Sucena, atributos que, afirmou, “enriqueceram de forma excecional o trabalho do CNE”. Seguiram-se intervenções de vários conselheiros, entre eles José Manuel Presa, David Rodrigues e Manuel Gomes, que reforçaram o papel determinante do homenageado na reflexão educativa das últimas décadas.
A sessão terminou com uma ovação de pé de todos os membros e com a decisão unânime de registar em ata um voto de louvor pelos serviços prestados ao CNE e ao país.

Leia o artigo completo na edição n.º 9406 de Soberania do Povo 

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Presidente da Câmara garante solução para infiltrações na escola de Assequins
O presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, assegurou que os problemas de infiltrações na escola de Assequins “estão a ser resolvidos” e que, se persistirem, serão tomadas “outras medidas”, respondendo diretamente à preocupação expressa por uma encarregada de educação no período de intervenção do público da Assembleia Municipal.


A situação da escola - que SP desenvolveu na última edição - voltou a ser denunciada por Ana Carolina, acompanhada por mais duas mães, que classificou de “grave” o estado do edifício. Entre os problemas apontados, destacou infiltrações de água, falta de espaço para as crianças, refeitório a ocupar a zona do polivalente e um ATL com 22 crianças instalado num espaço de “cinco por cinco metros”. A munícipe falou mesmo no risco de um “problema de saúde pública” relativamente às ....

Leia o artigo completo na edição n.º 9405 de Soberania do Povo 


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AEVV recebe cinco professores da Turquia para cooperação
Entre 17 e 23 de novembro, o Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga (AEVV) acolheu cinco professores oriundos da Turquia, no âmbito de um programa de intercâmbio que promove o diálogo intercultural, a partilha de boas práticas e o fortalecimento de parcerias europeias.


Ao longo da semana, os docentes participaram em várias atividades no agrupamento, acompanhando aulas, observando metodologias de ensino inovadoras e integrando workshops com alunos e professores. Tiveram ainda oportunidade de apresentar aspetos da cultura e do sistema educativo turco, proporcionando momentos de aprendizagem mútua e de aproximação entre comunidades escolares.

Leia o artigo completo na edição n.º 9404 de Soberania do Povo

Escolas do concelho distinguidas pela iniciativa nacional “Escola Amiga da Criança"
Instituto Duarte Lemos (IDL) e várias escolas que integram os agrupamentos de Águeda e de Águeda Sul foram distinguidos pelos projetos desenvolvidos no âmbito do desafio da Leya, CONFAP e Eduardo Sá.


A FAPÁGUEDA - Federação das Associações de Pais do Concelho de Águeda promoveu a entrega dos prémios Escola Amiga da Criança, premiando projetos que se distinguem por serem “iniciativas que promovem o brincar, a criatividade, a arte, a sustentabilidade, a solidariedade, a saúde emocional e a construção de relações de confiança entre todos os membros da comunidade escolar”.
Para a federação, valorizam também “a escola como lugar seguro, acolhedor e motivador, onde cada aluno se sente visto, respeitado e capaz de sonhar”.

DESEJO DE MAIS ESCOLAS A PARTICIPAR
A sessão, que decorreu na Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, contou com a presença de uma representante da CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais, Elisabete Cardoso. O mecenas do projeto, o conhecido psicólogo Eduardo Sá, enviou mensagem através de um vídeo.
A presidente da FAPÁGUEDA, Tânia Arede, destacou a força das escolas como motor de transformação: “Que as vossas histórias inspirem ainda mais escolas a juntarem-se a este movimento”.

Leia o artigo completo na edição n.º 9404 de Soberania do Povo

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Conservatório de Música premiou mérito e excelência
Para além da entrega de diplomas de conclusão de curso e de mérito 2024/2025, o Conservatório de Música de Águeda atribuiu o Prémio "Fernando Valente" - Percurso Artístico de Excelência, à aluna Mariana Santos Gonçalves (clarinete), por ter obtido nível 5 em todas as disciplinas e em todos os períodos letivos, durante o curso básico (1.º ao 5.º Grau).


O Conservatório de Música de Águeda promoveu um espetáculo de reconhecimento aos melhores alunos no auditório do Centro de Artes de Águeda. O concerto contou com a atuação da Orquesra de Sopros e da Orquestra Clássica do Conservatório, dirigidas respetivamente pelos maestros Óscar Saraiva e Miguel Rodrigues.
Mariana Gonçalves recebeu o prémio de excelência, atuando a solo, e foram ainda entregues os prémios referentes à participação dos alunos do Curso Secundário no Concurso Interno de Instrumentos (Categoria G), que decorreu em 25 de junho. Estes premiados, que tiveram oportunidade de tocar a solo com as orquestras ou com acompanhamento de piano, foram os seguintes: 1º Prémio - Tomás Vidal de Almeida (Trombone); 2º Prémio - Elisa Adriana da Silva Pereira (Flauta Transversal); 3º Prémio - Margarida Neves Carvalho (Vibrafone); Menção Honrosa: Matilde Sofia Fernandes Almeida (Clarinete).

ELOGIOS AO TALENTO E UMA REFERÊNCIA AO DICIONÁRIO
O presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, valorizou o trabalho que o Conservatório desenvolve. Sublinhou a “sorte” que a comunidade tem em poder assistir a espetáculos de grande qualidade, que enriquecem culturalmente a cidade e mostram o melhor que os jovens são capazes de criar e interpretar. Referiu ainda que, num mundo tantas vezes dominado por conflitos e preocupações superficiais, é a arte que devolve sentido, humanidade e esperança, reiterando o seu desejo simbólico de que “aos soldados que andam aos tiros se dessem instrumentos e não pistolas”.

Leia o artigo completo na edição n.º 9404 de Soberania do Povo e fique a saber que alunos pertenceram ao quadro de mérito do ano 2024/2025.

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Desporto
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Anicolor/Campicarn aponta à época: “Temos como único objetivo tentar ganhar”

A ambição marcou a apresentação oficial da Anicolor/Campicarn no Centro de Artes de Águeda, com o diretor desportivo Ruben Pereira a colocar a fasquia no topo. “Temos como grande objetivo tentar ganhar a Volta a Portugal mais uma vez”, afirmou, sublinhando que a estrutura se reforçou nos setores considerados mais frágeis e que a competitividade do pelotão nacional aumentou para 2026.


Logo no arranque da sessão, Ruben Pereira destacou que todas as equipas “deram um passo em frente”, o que antevê uma época mais exigente e disputada.
A formação já iniciou a temporada e terá um calendário alargado, com presença em Espanha, Países Baixos, Itália e França, procurando consolidar o estatuto internacional.
“Nem sempre ganha o mais forte, mas temos de estar preparados para disputar todas as provas do calendário nacional”, referiu o diretor desportivo, para quem a presença em mais provas internacionais resulta de convites endereçados pelas organizações.
Carlos Pereira, team manager e rosto histórico do projeto, evocou os 30 anos de equipas consecutivas no pelotão velocipédico. Recordou o início em Gondomar com o apoio da Barbot e destacou a importância de Fernando Sampaio para a continuidade da equipa num momento difícil. “Se hoje estou com a Anicolor, é porque alguém acreditou antes”, afirmou, deixando claro que a memória e o respeito pelos patrocinadores são pilares do projeto. Sublinhou também o crescimento do Grande Prémio Anicolor, que passou de uma prova de menor dimensão a competição com a mesma pontuação da Volta a Portugal no calendário da UCI, defendendo maior reconhecimento para a organização.

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Sport Algés e Águeda XXI destaca-se nos interdistritais de infantis

O Sport Algés e Águeda XXI obteve 13 medalhas no Campeonato Interdistrital de Infantis.


As piscinas municipais da cidade da Mealhada receberam o Campeonato Interdistrital de Infantis, competição que reuniu 251 atletas em representação de 35 clubes das associações ANC (Coimbra), ANCNP (Centro Norte de Portugal) e ANDL (Leiria), ao longo de dois dias de provas.
O Sport Algés e Águeda XXI participou na competição e alcançou um total de 13 medalhas, sendo o clube mais medalhado na categoria de infantis B.
No plano individual, os atletas do clube conquistaram quatro medalhas de ouro femininas, três medalhas de prata femininas e uma masculina, bem como duas medalhas de bronze femininas e uma masculina na categoria de infantis A.
Em termos coletivos femininos, a equipa obteve um primeiro e um segundo lugares.

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Anicolor/Campicarn apresenta equipa e ambição (também) além-fronteiras
Dezasseis ciclistas, nove deles novos na equipa, de nove nacionalidades diferentes, e com uma média de idades de 27,4 anos. É esta a Anicolor/Campicarn Cycing Team que vai ser apresentrada esta quinta-feira, às 18h30, no Centro de Artes de Águeda, para cumprir o calendário de 2026 em Portugal e no estrangeiro.

Soberania do Povo dá-lhe a conhecer os 16 ciclistas que vão competir pela Anicolor/Campicarn, sob a direção desportiva de Ruben Pereira e tendo Carlos Pereira como principal mentor do projeto.

ENZO LEIJNSE
Holandês de 24 anos, natural de Amesterdão, Enzo Leijnse (ex-Picnic PostNL), equipa do WorldTour, junta-se à equipa em 2026 como corredor completo e ambicioso, após ter-se destacar em 2025 com a vitória na montanha da Lidl Deutschland Tour. Estreou-se, em janeiro, vencendo oPrémio da Combatividade no prestigiado GP Castellón/ Ruta De La Cerámica (Espanha).

THEODOR OBHOLZER
Inglês de 26 anos, Theodor Obholzer (ex-Óbidos) reforça a equipa em 2026 como aposta no bloco dos homens rápidos, depois de duas épocas a competir em Portugal, onde se destacou em etapas da Volta ao Alentejo e da Tour of Sharjah.

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Nassur Bacem: falecido em campo aos 27 anos começou a jogar no Recreio
Nassur Bacem, jogador falecido num treino aos 27 anos, ao serviço do Moncarapachense (Algarve), iniciou a sua carreira futebolística nos sub11 do Recreio de Águeda. O jogador faleceu na quarta-feira, dia 21, durante o encontro frente ao Imortal, disputado em Olhão, a contar para os quartos de final da Taça da Associação de Futebol do Algarve. Nassur Bacem caiu inanimado aos 27 minutos de jogo, vítima de uma paragem cardiorrespiratória. Foi assistido de imediato pelo médico do clube e, posteriormente, socorrido pelo INEM, mas acabou por não resistir. Nascido em Portugal mas...

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Nova direção do ACTIB reúne com Câmara com requalificação do crossódromo na mira

A nova direção e restantes órgãos sociais da ACTIB – Águeda Action Clube tomaram posse na passada terça-feira, numa cerimónia que marcou o início do mandato para o biénio 2025-2027.

O momento ficou ainda assinalado por uma reunião estratégica com a Câmara Municipal de Águeda, na qual o futuro do Crossódromo Internacional de Águeda (CIA) esteve em destaque.
O encontro contou com a presença do presidente da Câmara, Jorge Almeida, e do vice-presidente, Edson Santos, e teve como principal objetivo alinhar visões sobre a valorização e requalificação daquela que é uma das infraestruturas desportivas mais emblemáticas do concelho e uma referência mundial no motocross.
Em representação da ACTIB estiveram o presidente reeleito Tiago Silva, o novo presidente da mesa da assembleia geral, Ricardo Cruz, a presidente do conselho fiscal, Paula Cardoso, e o novo vice-presidente da direção Paulo Simões.
Durante a reunião foram analisadas as atuais debilidades do CIA, o seu elevado potencial enquanto “equipamento de excelência” para a prática do motocross e o enquadramento da infraestrutura “na dinâmica de crescimento da zona industrial envolvente”.

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André Vilela: do Clube de Ténis de Águeda à investigação universitária em alto rendimento

André Vilela começou a sua ligação ao ténis praticamente desde que nasceu, numa família profundamente enraizada na modalidade. Cresceu no Clube de Ténis de Águeda, guiado pelo pai e por outros treinadores que marcaram o seu percurso de 17 anos como atleta, conquistando títulos regionais e participando em estágios da Seleção Nacional Sub-18. Antes de completar 30 anos, André tornou-se investigador universitário na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, dedicando-se ao estudo científico do ténis, conciliando experiência prática e investigação.



André Vilela lembra com carinho o início da sua carreira no ténis: “Nasci já com uma raquete na mão”, conta. O pai, oriundo de uma família referência do ténis nacional e treinador, foi determinante na formação desportiva e pessoal. Durante 17 anos, conquistou títulos regionais, representou o clube em torneios nacionais e internacionais, e integrou o estágio da Seleção Nacional Sub-18, experiência que marcou o seu crescimento como atleta.
Para André, o ténis trouxe lições que se estendem para a vida: aprender a resolver problemas sozinho, gerir vitórias e derrotas, e manter equilíbrio emocional diante de desafios. “Aceitar que vamos perder para saborear a vitória com mais intensidade” é um princípio que aplica hoje como treinador e investigador.

DESCOBRIR NOVAS ÁREAS
A transição de atleta para treinador surgiu durante a licenciatura em Desporto na Guarda, quando começou a explorar a vertente do treino e a descobrir novas áreas do desporto que lhe despertavam prazer. Trabalhou em clubes como Ténis Santarém e Ténis Lovers do Boavista, integrando treino individual e metodologias de treino avançadas, enquanto realizava pós-graduações e preparava-se para o mestrado na Universidade do Porto.
A diferença entre ser jogador e treinador é ....

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RODRIGO MORAIS entre treinos, estudos e sonhos com um percurso no topo

Aguedense de 16 anos, Rodrigo Morais percorre diariamente o trajeto Águeda-Porto para conciliar escola e treino no FC Porto, clube onde é titular nos juvenis e já assinou contrato como profissional.



Recentemente, Rodrigo Morais esteve num estágio da Seleção Nacional Sub-17, continuando a sonhar alto enquanto mantém laços fortes com a família e a terra onde começou a jogar futebol.
Rodrigo Morais começou a jogar futebol aos quatro anos e meio no Recreio Desportivo de Águeda, onde o prazer do jogo e a alegria dos treinos marcaram os primeiros passos. Mais tarde, passou pela Casa do Benfica de Estarreja, onde a prática tornou-se mais séria e exigente, preparando-o para os desafios futuros.

O ACORDAR É ÀS 5 E MEIA
Com 12 anos, entrou para a formação do FC Porto, começando “do fundo do poço”, mas conquistando, treino após treino, o seu lugar e reconhecimento no clube. Rodrigo atribui grande parte do seu percurso à resiliência e ao apoio familiar: “Sem a minha família eu não estava onde estou. Fazem um esforço enorme para me levar aos treinos e sempre torcem por mim”.
O dia-a-dia do jovem atleta é intenso. Acorda às 5h30, percorre mais de uma hora até ao Porto, treina de manhã e estuda no Colégio Júlio Diniz até ao fim da tarde, regressando a Águeda ao início da noite. Apesar do cansaço, mantém disciplina e organização para conciliar futebol e estudos.

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Cultura
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Tunas femininas a concurso em festival no sábado

O Centro de Congressos de Aveiro recebe, no dia 28 de fevereiro, às 21h00, a 24.ª edição do festival da Tuna Feminina da Associação Académica da Universidade de Aveiro (TFAAUAv), iniciativa que conta com o Soberania do Povo como media partner.
O evento, dedicado ao tema do amor, reúne tunas femininas de vários pontos do país para um espetáculo com componente competitiva.


Jéssica Fernandes (JF) explica que se trata de “um festival de tunas femininas em que vêm tunas de vários pontos do país, reúnem-se em Aveiro para conhecer a cidade e depois, na noite de espetáculo, apresentam-se e vão a concurso entre elas”. As categorias incluem melhor estandarte, melhor pandeireta, melhor instrumental, melhor original e melhor tuna.
A concurso estarão a Turma Maria (Almada), a TFMUC – Tuna Feminina de Medicina da Universidade de Coimbra, a Tun’ao Minho – Tuna Académica Feminina da Universidade do Minho e a TUNAF – Tuna Feminina do Orfeão Universitário do Porto. Participam ainda, extra concurso, a Tuna Universitária de Aveiro e a Tuna Feminina Veterana de Aveiro, composta por antigas elementos da formação.
Segundo Maria Mesquita (MM), esta é “a 24.ª edição” de um festival que se realiza há vários anos, sendo organizado pela própria tuna. “Toda a tuna colabora e distribuímos tarefas entre nós. Temos direção artística e coordenação, mas todas trabalhamos para que seja possível realizar um festival com estas dimensões”, refere JF.

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Davide Amaral apresenta “Inquietude” em homenagem a Bernardo Sassetti

O músico Davide Amaral, natural de Barrô e membro do duo de guitarras Al Jus, lançou o novo trabalho discográfico “Inquietude”, um projeto dedicado à obra de Bernardo Sassetti, recriada para duas guitarras clássicas.


“Inquietude – Al Jus toca Bernardo Sassetti” revisita composições do pianista e compositor português, num diálogo entre guitarras que cruza a linguagem erudita com influências do jazz, características da obra de Sassetti.
O projeto é interpretado pelo duo Al Jus, formado por Davide Amaral e António Justiça, músicos com formação no Conservatório de Música de Aveiro e na Universidade de Aveiro.
O trabalho tem sido apresentado em concerto em vários pontos do país, integrado em ciclos e programações dedicadas à música instrumental, propondo uma leitura intimista e contemporânea das composições originais.

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Manuel Alegre lança novo livro de poemas inéditos
Manuel Alegre surpreende os leitores com a publicação de “Balada do Corsário dos Sete Mares”, uma coletânea de poemas inéditos que chegou às livrarias esta terça-feira, dia 10.

A obra reúne criações recentes do autor, abordando temas da atualidade e refletindo sobre a própria natureza da poesia.
Dividido em oito partes, o livro percorre temáticas variadas, incluindo reflexões sobre conflitos contemporâneos como os da Ucrânia e Gaza, mantendo uma das constantes da poética de Manuel Alegre: a meditação sobre o próprio poema e sobre a arte da poesia. O volume encerra com quatro baladas em redondilha maior, remetendo aos primeiros livros do poeta, como Praça da Canção e O Canto e as Armas.
Reconhecido pela crítica, Manuel Alegre é considerado por Vítor Manuel Aguiar e Silva como um poeta cuja obra constitui “reflexão e meditação sobre o homem, a vida, a morte, a história, Deus e o mistério da própria poesia”. Para Vasco Graça Moura, os seus versos combinam “profundas meditações sobre o sentido da vida, do destino e da morte” com alguns dos mais belos poemas de amor do nosso tempo. Já Mário Cláudio destaca a voz de Alegre como um destino que “consagra os artefactos da alta poesia”.

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Marcos Marques em dose dupla no Politeama com “Hércules” e “Carmen Miranda”
O ator e criador português Marcos Marques, de Barrô, encontra-se atualmente em cena no Teatro Politeama, em Lisboa, integrando duas das maiores produções em exibição: “Hércules – O Musical Heroico” e “Carmen Miranda – O Grande Musical”, ambas com encenação de Filipe La Féria. Dois espetáculos de grande dimensão, com universos cénicos distintos, que colocam o intérprete perante desafios artísticos intensos e contrastantes.

Em Hércules, Marcos Marques dá vida a Hades, o Deus do Submundo e principal vilão da história. Trata-se de uma personagem sombria, mas profundamente carismática, marcada pela ironia, sarcasmo e um humor ácido que a afasta da caricatura simplista. “Apesar de ser uma figura muito sombria, destaca-se pelo carisma e ironia”, explica o ator, sublinhando a complexidade do papel.

CORPO, VOZ E FIGURINO NA CONSTRUÇÃO DA PERSONAGEM

O processo de construção de Hades revelou-se particularmente exigente, tanto a nível vocal como físico. Desde o início dos ensaios, em setembro, o trabalho centrou-se na criação de uma identidade própria para a personagem, afastando-se de referências pré-existentes. “Quis afastar-me da referência que tinha do filme da Disney e decidi construir a minha própria interpretação do Hades”, afirma. Um dos grandes desafios passou por encontrar a voz certa e uma gargalhada característica, elementos fundamentais para dar consistência à figura.
A composição física assumiu também um papel central. A movimentação, os gestos, a postura e o tempo de reação em cena foram cuidadosamente desenhados para criar uma presença simultaneamente ameaçadora, sedutora e divertida. A estes elementos juntou-se um figurino altamente estilizado, determinante para a construção final da personagem. Com cerca de 10 quilos, maquilhagem exagerada e uma peruca roxa em forma de chamas, com 45 centímetros de altura, o figurino tornou-se “quase uma extensão do corpo e da personalidade de Hades”.

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Celebrar a diversidade cultural a partir dos “sons que nos unem”
O Conservatório de Música de Águeda assinalou, no domingo ao final da tarde, o seu 31.º aniversário com um concerto comemorativo no Centro de Artes de Águeda, sob o tema “Sons que nos unem”. O espetáculo destacou a diversidade cultural da comunidade escolar e a música enquanto linguagem comum entre diferentes povos.

O programa do concerto, com coro e orquestra do Conservatório, iniciou-se com “Amor a Portugal”, de Ennio Morricone e Dulce Pontes, e encerrou com “Heal the World”, de Michael Jackson, passando por repertório associado a países como Lituânia, Brasil, Venezuela, Argentina e Ucrânia, incluindo “A Grande Porta de Kiev”, evocando um tempo histórico em que Rússia e Ucrânia integravam a mesma realidade territorial.
A apresentação do concerto foi feita através de vídeos protagonizado pelos alunos mais novos do Conservatório, com idades entre os 6 e os 9 anos, uma novidade nesta edição. A opção permitiu envolver os alunos dos primeiros níveis de ensino artístico e introduziu uma abordagem audiovisual à apresentação do programa, reforçando a participação das diferentes faixas etárias da escola na comemoração do aniversário.
Na abertura do concerto, o diretor pedagógico, Joaquim Vidal, destacou a evolução da instituição ao longo de mais de três décadas, sublinhando a crescente dimensão multicultural da sua comunidade. “A nossa identidade define-se hoje pela capacidade de sermos uma casa aberta ao mundo”, afirmou, acrescentando que o concerto foi pensado como “um projeto de inclusão”, no qual “o palco é um ponto de encontro de várias culturas”.

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Casa cheia na apresentação de “Tive Uma Ideia!”
A apresentação do livro “Tive Uma Ideia!”, do autor Dénis Conceição, contou com casa cheia e despertou a atenção de miúdos e graúdos. A obra foi apresentada por José Carlos Carvalho, enquanto as ilustrações ficaram a cargo de Edna Larião.


Embora não seja autobiográfico, o livro resulta de um “conjunto de reflexões e sentimentos do autor”, com um “desígnio visceral de escrever” para os seus filhos e para os seus alunos.
Dirige-se sobretudo ao público infantil, destacando-se pela “forma cuidada” como as personagens foram construídas, “pela repetição narrativa, pelas rimas harmoniosas, pelo ambiente gráfico apelativo e pela narrativa circular que encerra a história de forma perfeita”.

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Público rendido em concerto da Banda Alvarense com Marisa Liz
O Centro de Artes de Águeda esteve completamente lotado, na noite deste sábado, para o concerto da Banda Alvarense com Marisa Liz, num espetáculo que ficou marcado pela elevada qualidade musical, pela forte interação em palco e por uma plateia rendida desde os primeiros momentos.


O público vibrou com a atuação da banda e, em especial, com Marisa Liz, que arrebatou a sala com a potência e versatilidade da sua voz, a expressividade, o humor espontâneo, a forte presença em palco e a forma próxima como comunicou com o público e com os músicos. A cantora construiu um espetáculo intenso e caloroso, conduzindo a audiência por diferentes emoções e criando uma cumplicidade evidente com todos os intervenientes.
Para os jovens músicos da Banda Alvarense, a experiência terá sido, certamente, inesquecível. Da plateia era visível o entusiasmo e a alegria com que viveram o concerto, acompanhando, com entrega e descontração, a forma simples e totalmente dedicada com que Marisa Liz se fez ao espetáculo.

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